terça-feira, 30 de abril de 2013

Primeira Padaria no Bom João

 
 
Primeira Padaria no Bom João
 
Este tema eu não domino muito, até porque os elementos disponíveis na Net são poucos para auxílio, mas sei que o primeiro vendedor de pão ao domicílio, numa bicicleta / carrinho tipo carro de gelados, ainda que toda metalizada a zinco e sem pintura mas forrada a pano branco por dentro,  que apareceu a vender pão na «minha» parte do Bom João partia daqui, deste local onde está agora um café / taberna / bar.
 
Este edifício teve forçosamente de levar o primeiro andar num arranjo (que terá renovado tanto o rés do chão como o primeiro andar, a meu ver) porque, por aquilo que eu me lembro, esta casa era de rés de chão, apenas.
 
Na ponta, onde se vê um portão semi - porta era a entrada de um quintal onde a lenha de pinheiro estava depositada. O forno em si era algures para esses lados, sendo a venda de pão (para além da ambulante) feita aqui também na parte agora ocupada pela entrada do café, onde havia também uma taberna.
 
Por aquilo que sei (e repito que não domino muito esta matéria) este padeiro, de nome bem conhecido (um dos filhos foi vendedor de ferro na Metalo Farense) terá sido um dos impulsionadores daquilo que se pode chamar fusão das padarias na cidade de Faro, primeiro através da criação de uma Cooperativa e posteriormente através da agregação na Sociedade Panificadora Farense, com fornos e instalação na Estrada de S. Brás, onde ainda se ia buscar pão fresco, bolos, pão com chouriço, etc.de madrugada até há bem pouco tempo (5 anos talvez).
 
As pequenas padarias que havia, na altura, até aos anos 60, foram-se inicialmente «cooperativizando» passando a ser postos de venda sem fabrico e abrindo-se outros postos de venda por toda a cidade.
 
O renascer das padarias com fabrico próprio terá tido lugar, segundo as minhas contas, a partir dos anos 70 juntando-se esta onda às ainda  resistentes padarias que nunca entraram quer na Cooperativa quer na Panificadora.
 
Os postos de venda da (ultimamente) Panificadora mantiveram-se ainda alguns anos, recebendo inclusivamente instalações próprias nalguns casos e empregando um número razoável de «padeiras» pela cidade. Na rua Ataíde de Oliveira havia uma, na Rua Camilo Castelo Branco (ou a outra antes) havia outra, em frente à Escola Industrial havia outra, na Estrada da Penha havia outra e seguramente muito mais que não refiro porque são de facto muitas as que conheci por passagem e por frequência nos casos citados.
 
O movimento das padarias em Faro é uma matéria interessante, que eu me comprometo a ir estudando com o tempo, mas este fluxo - refluxo empresarial (do artesanal à fábrica) levou uma grande «porrada» com a venda do pão caseiro vindo da serra na sua grande parte.
 
 

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

INFORMAÇÃO COSTELETA


 
 
INFORMAÇÃO COSTELETA
 
Este Blogue é uma extensão para escrita do Grupo Costeletas dos Anos 60's criado e existente na facebook. O Grupo mantém-se e tem um link de acesso rápido neste mesmo Blogue na coluna da direita.
 
As razões do seu aparecimento prendem-se sobretudo com o facto deste grupo, Costeletas dos Anos 60's, inicialmente criado para que haja troca de impressões entre pessoal que andou na actual Escola Tomáz Cabreira, antes Escola Industrial e Comercial de Faro e antes disso ainda Escola Serpa Pinto, se ter desenvolvido para além deste âmbito e abarcar presentemente de uma forma geral pessoal destes tempos, tenham eles frequentado a Escola ou o Liceu.
 
Para além disso estão a aderir ao Grupo Costeletas dos Anos 60's pessoas com algum grau de afinidade quer com a Escola quer com o Liceu e ainda com Faro e todo o Algarve. É um espaço que nunca pretendeu ser restrito e que tem respondido e pensamos que tem também correspondido àquilo que é o amor às Escolas, a  Faro, ao Algarve e a Portugal.
 
O espaço e a estrutura do facebook não permite ou pelo menos dificulta o desenvolvimento de observações sobre estes tempos normalmente, ao utilizar o sistema «das escadinhas» e do «fole» para comentários, e agrupando-os depois por ordem de entrada em «mais comentários», embora mantenha os últimos comentários colocados.
 
Isso permite que nem sempre se vejam todos os comentários, e que observações pertinentes por vezes não sejam lidas.
 
Para além destas razões «técnicas» existe também a necessidade de desenvolver o Grupo Costeletas dos Anos 60's através do incentivo à recolha e escrita de histórias mais detalhadas cuja memória se gostaria de preservar de uma forma mais perene e para já um Blogue parece satisfazer as exigências imediatas.
 
Assim, este Blogue tem a possibilidade de receber textos de maior extensão, para além de permitir comentários a esses mesmos textos.
 
Para o efeito existe um mail específico para envio de textos costeletas60@gmail.com que não serão de publicação imediata, por razões que se prendem sobretudo com o advento do Spam, que se calcula ser inevitável. Serão publicados logo que a pessoa que revê esses envios faça a devida selecção. O mesmo com os comentários...
 
Esperamos ter dado através deste meio resposta a pelo menos uma parte das necessidades actuais e no futuro se houver necessidade de ampliar a oferta cá estaremos para o fazer.
 
Agradecimentos a todos
 
Costeletas dos Anos 60's. 

Nota: Esta informação fica no topo do blogue até que a mesma seja lida pelo máximo de pessoas. Depois, segue o ritmo normal das restantes publicações.